Chile (Abril-2019)

Finalmente minha primeira viagem internacional aconteceu e cá estou depois de 3 meses (sim, demorei) para contar dessa realização de um sonho. Eu amo quando realizo meus sonhos!

Fui com uma amiga minha que também era estreante em viagem internacional e ficamos 5 dias hospedadas em Santiago.

Chegamos no GRU (Aeroporto Internacional de Guarulhos) antes das 8 horas da manhã. Nosso vôo foi lá pela 11 horas. Fomos de Latam, “econopobre” (já diria @estevampelomundo ), bem apertadinho, mas que pra uma viagem de 4 horas, foi “ok”. Sentamos do lado esquerdo do avião, sendo assim, vimos as cordilheiras lindas ao chegarmos em Santiago. Pousamos, passamos pela imigração, entregamos um questionário que nos foi entregue no avião pelos concessionários de bordo e também meu passaporte (não é necessário ter passaporte para ir ao Chile, é aceito nosso RG, sem problemas, contanto que não seja muito antigo, ou inelegível – minha amiga foi com o RG e não teve problema algum).

Encontramos nosso transfer ( da empresa “Viptours”) que foi bem simpático e nos levou ao nosso hotel por 20 mil pesos (sendo que assim foi 10 mil pesos pra cada uma). Ficamos no Hotel Panamericano, na Calle Teatinos, super bem localizado, no centro, pertíssimo do Palácio La Moneda (onde fica a presidência chilena). Chegamos no hotel já era tardezinha, deixamos as malas e fomos procurar um supermercado para comprar água (já tinha lido que a água chilena é muito diferente da nossa). Finalmente achamos um chamado Santa Isabel.

Gente, a sensação de que estamos em outro país é muito clara quando estamos num supermercado que praticamente não conhecemos marca nenhuma hahahahaha. Enfim, como tinha lido sobre a água, sabia que a marca Benedicto era uma das mais parecidas com a nossa, então quando enxerguei uma de alguns litros agarrei como se fosse minha salvação, se tudo desse errado pelo menos hidratada eu estaria 😂. Peguei algumas frutas, pão, bolacha…no caixa, primeira vez tendo que lidar com dinheiro gringo, e conferir troco hahahahaha, misericórdia! A melhor parte foi descobrirmos que não oferecem sacolas plásticas (o que é louvável ) e que nós desavisadas não tinhamos bolsa suficiente pra colocar tudo 😅 foi na mão mesmo, no centro de Santiago, com aquele povo elegante (isso eu reparei assim que pisei em Santiago, como as pessoas se vestem bem, e como principalmente os homens se vestem bem, chocada! Homarada brasileira poderia aprender nesse quesito) passando por nós hahahahaha. Foi hilário andar com pacote de pão Puma pelas pessoas. Ou seja, vão nos supermercados em Santiago? Levem sua ecobag #ficaadica.

No hotel, fomos abrir nossa querida água Benedicto e…era com gás. Caraca, como tem água com gás no Chile! Acho que é mais comum o consumo da água com gás do que a sem. Então se você não curte como eu, preste atenção quando comprar. E sim, experimentei a marca de água que tinha no hotel, já que era sem gás e é muito ruim, é extremamente pesada, muito diferente mesmo!

Água da marca Vital foi a melhor que encontrei. Mais leve. Já essa do lado direito (cortesia do hotel) ´bem pesada, bem ruim MESMO!

Por motivos de força maior (minha amiga passou mal a noite) não fomos ao passeio que estava marcado, mas consegui reagendá-lo (fizemos todos os passeios com a agência “Destino Chile “, recomendo muito. Fechei com eles aqui no Brasil e eles foram muito bons, tratei o tempo todo com a Amanda pelo whatsapp e email).

Tomamos nosso primeiro café da manhã no hotel. Onde é servido o café é bem bonito, com grandes janelas de vidro para rua, possibilitando a visão do movimento nas ruas. Coisas que achei diferente no café da manhã foi o pão (tipo de forma) duro e nada gostoso. Também tem abacate todos os dias. De restante, achei bem parecido com o Brasil, bem “ok”.

Saímos ao centro finalmente para conhecer. Tiramos algumas fotos em frente ao Palacio La Moneda, e lembrei que em minhas pesquisas sobre a viagem tinha lido sobre a troca da guarda, que no mês de Abril seria nos dias pares (era dia 10). Sorte a nossa! Aguardamos na praça onde tinham muitos, mas muitos brasileiros tirando fotos e também aguardando para assistir. Nisso conhecemos uma moça de BH (povo que gosto muito!) viajante solo, atleta e gente boa; também conhecemos uma brasileira nos abordou para vender passeios (cheio de brasileiros de várias agências de turismo oferecendo passeios, já que pelo que ouvi, 90% dos turistas internacionais no Chile, são brasileiros) muito simpática, Luiza se não me engano, da agência Smart Tour (já tinha meus passeios fechados como eu disse anteriormente então não fui em nenhum com eles) ela nos deu dicas muito importantes, como um chip para usar enquanto estava em solo chileno, já que quando saímos no dia anterior compramos um da Entel e não deu certo pois assim como no Brasil é necessário o Cpf, para ativar o chip, lá é pedido um número de um documento chileno que por motivos óbvios eu não tinha, e aí que a dica dela veio a calhar nos falando do chip da “Wom” que não pede esse número de documentação para ativar. E mais ainda, ela nos deu (isso mesmo, deu) um chip fechado desse para nós. Foi coisa de Deus viu!!! Fiquei muito grata tanto pela dica quanto pelo chip, já que só estávamos usando o wifi do hotel.

A apresentação da guarda foi linda (eu nunca tinha assistido) ficamos de frente (na verdade nas costas da banda). Eles tocaram várias músicas, acredito que durou mais de 30 minutos. Depois seguimos pela Calle Agustinas, onde trocamos dinheiro e seguimos até o Cerro Santa Lucia, um mirante bacaninha no centro de Santiago. Estava um pouco cheio, mas no geral eu gostei. De lá fomos para o restaurante La Piccola que foi indicação dessa nossa colega de BH, já que não conhecíamos nenhum lugar ainda. Pedi uma massa, que confesso estava mais ou menos. É um restaurante muito frequentado por brasileiros até por ter um preço mais em conta, já que o preço da comida no Chile não é tão barato assim.

Continuar lendo “Chile (Abril-2019)”
Anúncios